Base: 170 pesquisas registradas no TSE, com peso maior para as mais recentes e as de amostra maior.
Se ninguém passar de 50% em outubro, os dois primeiros voltam a se enfrentar. Cada card é um confronto possível, ordenado pela chance de ser esse o duelo. Os de baixo são os mais improváveis, não os menos importantes.
Dados de mercado indisponíveis neste ciclo.
Cada linha é uma rodada nossa: o resultado que aquele dia projetava para o dia da votação, não a intenção de voto daquele dia. Depois da eleição, esta tabela mostra com quanta antecedência a projeção chegou onde a urna terminou.
“Atual” é a composição de hoje, um fato. “Projetado” é contagem: quantas disputas o partido lidera na projeção de agora (governadores) ou em quantas aparece entre os dois primeiros (Senado, onde cada estado elege duas vagas). Por ser contagem, é sempre inteiro.
Liderar hoje não é ganhar em outubro, e há disputas empatadas dentro da margem. A faixa “provável”, ao lado do número, mostra com quantas cadeiras o partido pode terminar se cada disputa apertada cair para um lado ou para o outro.
Ninguém pesquisa intenção de voto para 513 deputados, então esta projeção não vem de pesquisa. Ela parte de como a Câmara costuma se comportar de uma eleição para a outra, e por isso trabalha com faixas do eixo esquerda-direita, nunca com partidos individuais.
Edição de 20/10/2026 19h
Nenhuma pesquisa nova desde 19/10/2026 — número inalterado.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
A presente pesquisa será realizada através de entrevistas telefônicas, individuais e pessoais utilizando questionário estruturado junto a uma amostra representativa do eleitorado do Brasil.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 1200, menor que o usual.
Pesquisa quantitativa por amostragem, realizada por meio de questionário estruturado aplicado via contatos telefônicos fixos e móveis, com abrangência estadual. A amostra será organizada territorialmente pelas Regiões Geográficas Imediatas do Estado do Rio Grande do Norte, conforme a divisão territorial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com alocação proporcional ao tamanho do eleitorado de cada estrato, utilizando dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) referentes a agosto de 2026. A seleção inicial dos contatos será realizada de forma aleatória e automatizada no âmbito de banco próprio de números telefônicos fixos e móveis, com cobertura estadual, observadas as disposições da Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados). Essa base constitui instrumento operacional para seleção dos contatos e não é utilizada como fonte dos parâmetros populacionais do plano amostral e da ponderação, os quais são obtidos em fontes públicas oficiais do TSE e do IBGE. Durante a coleta serão utilizados controles operacionais por cotas de Região Geográfica Imediata, sexo, faixa etária, escolaridade e renda domiciliar mensal total, conforme os parâmetros populacionais definidos no plano amostral. Esses controles têm por finalidade acompanhar e orientar a composição da amostra durante o campo, sem qualquer direcionamento por preferência política, intenção de voto, avaliação de governo ou outras respostas de conteúdo político ou eleitoral. Os contatos encontram-se previamente classificados por área geográfica para organização dos estratos e do sorteio. Durante a entrevista, após a confirmação de que possui título eleitoral e vota no Rio Grande do Norte, o respondente informa por voz o município em que vota. A resposta verbal é processada pelo sistema de reconhecimento de voz e registrada eletronicamente na base de dados. Essa informação é utilizada para identificação do domicílio eleitoral declarado pelo entrevistado e para acompanhamento da distribuição territorial da amostra. Em caso de divergência entre a informação geográfica previamente associada ao contato e a declarada pelo entrevistado, prevalecerá a informação declarada. A elegibilidade eleitoral será verificada durante a entrevista, mediante declaração do próprio respondente. O universo da pesquisa é composto por eleitoras e eleitores com 16 anos ou mais que declarem possuir título eleitoral e votar no Estado do Rio Grande do Norte. A base de contatos será submetida a procedimentos de tratamento, deduplicação e aleatorização. Nas perguntas estimuladas, a ordem de apresentação dos nomes será rotacionada automaticamente pelo sistema de coleta, com o objetivo de reduzir eventual viés decorrente da ordem de apresentação.
Mostrando a ficha da 1ª das 3 pesquisas do grupo.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa de natureza quantitativa, realizada por meio da execução da metodologia CATI (FONE), com aplicação de questionário estruturado junto a eleitoras e eleitores aptos a votar no Estado da Bahia. A pesquisa é realizada por iniciativa do Instituto França, sem contratante externo, sendo a própria entidade responsável pela realização e pelo custeio do levantamento. Os recursos empregados na execução da pesquisa são provenientes do caixa próprio da empresa, devendo o valor informado no registro corresponder aos recursos atribuídos à realização do levantamento, conforme os critérios administrativos, operacionais e contábeis adotados pela entidade.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa quantitativa, que consiste na realização de entrevistas com eleitores do universo a ser explorado, feitas em combinação mista por entrevistadores humanos e recursos de inteligência artificial, com a aplicação de questionário estruturado com abordagens telefônicas e digitais junto a uma amostra representativa do eleitorado em estudo. Pesquisa realizada no Brasil.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Estudo quantitativo voltado às Eleições 2026, realizado por meio de entrevistas individuais, aplicadas mediante questionário eletrônico estruturado e Unidade Automatizada de Respostas Audíveis e Auditáveis, por meio de ligações para telefones móveis (celulares). A inteligência artificial é empregada exclusivamente para a transcrição automatizada das respostas em áudio, não interferindo na formulação das perguntas, na condução das entrevistas, na coleta das informações, na interpretação das respostas ou no tratamento estatístico dos dados. A participação dos eleitores é voluntária, espontânea e não remunerada. As respostas são prestadas por autodeclaração, sendo, em sua maioria, registradas por meio de códigos numéricos correspondentes às alternativas previamente definidas no questionário. A utilização de sistema eletrônico automatizado para a coleta e o registro das respostas proporciona elevado nível de padronização operacional, reduz a possibilidade de interferência humana durante a realização das entrevistas, amplia a rastreabilidade e a auditabilidade de todo o processo de coleta e contribui para maior precisão, consistência e confiabilidade dos dados obtidos. O plano amostral foi elaborado para assegurar a representatividade estatística do eleitorado da respectiva Unidade da Federação, observando critérios técnicos de seleção, distribuição e ponderação da amostra, quando aplicáveis.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa quantitativa de opinião eleitoral, de abrangência nacional, destinada a investigar a intenção de voto para Presidente da República entre eleitores das regiões brasileiras. Está prevista a realização de 3.000 entrevistas entre os dias 22 e 23 de outubro de 2026. A coleta será realizada por entrevistas telefônicas automatizadas, mediante sistema de Unidade de Resposta Audível (URA). As perguntas e alternativas serão apresentadas em áudio, e as respostas serão registradas por digitação no teclado telefônico, conforme o questionário completo anexado. Os contatos serão obtidos de lista telefônica. As informações de sexo, idade e município serão provenientes do cadastro associado aos números utilizados, sem coleta dessas informações por perguntas durante a ligação. O planejamento prevê distribuição regional da amostra e posterior ponderação por região, sexo e faixa etária, utilizando como referência as estatísticas do eleitorado disponibilizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral. O sistema impedirá mais de uma resposta por número telefônico. Ligações incompletas e registros com digitações inválidas não integrarão os resultados finais da pesquisa. A pesquisa está sujeita às limitações de cobertura da lista telefônica, à disponibilidade dos contatos e à atualização das informações cadastrais. Pessoas sem acesso a telefone ou não contempladas na lista utilizada não serão alcançadas pela coleta.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa do tipo quantitativa, por amostragem, com aplicação de questionário estruturado realizado por meio telefônico. O universo da pesquisa é o eleitorado brasileiro com 16 anos ou mais. Dentro das localidades indicadas, os respondentes são selecionados aleatoriamente, considerando todo o território e a totalidade dos respectivos bairros dos Municípios abrangidos pela pesquisa, pelo sistema de cotas amostrais em função de variáveis significativas.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 1500, menor que o usual.
Pesquisa quantitativa com aplicação de questionário estruturado, através pesquisa telefônica, junto a uma parcela representativa do eleitorado de todo o país.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 1500, menor que o usual.
Pesquisa quantitativa, de caráter descritivo, do tipo survey, realizada por meio de entrevistas diretas, mediante aplicação de questionário estruturado a uma amostra representativa do eleitorado do Estado do Rio Grande do Norte. A amostra será distribuída entre os municípios abrangidos pela pesquisa, observando critérios de proporcionalidade e cotas amostrais definidas a partir das características da população eleitoral, de modo a assegurar adequada representação dos diferentes segmentos do eleitorado.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 1000, menor que o usual.
Pesquisa quantitativa com abordagem porta a porta, com eleitores que votam e/ou residem no estado de Tocantins, consistindo na realização de entrevistas pessoais e individuais, com a aplicação de questionário estruturado junto a uma amostra representativa do eleitorado em estudo. Devido a ordem probabilística da amostra, nesta pesquisa será considerada apenas os eleitores residentes dentro do município ou que no dia da entrevista estejam nele. Todas as entrevistas são espontâneas e os dados são sigilosos, guardados no banco de dados do instituto para tabulação e apresentação gráfica e analítica.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
A população pesquisada é definida como pessoas maiores de 16 anos, eleitoras e residentes em todas as regiões do Brasil. A pesquisa é do tipo QUANTITATIVA e os entrevistados serão selecionados por cotas em função das variáveis sexo, faixa etária, renda do chefe do domicílio e área de residência. Os dados para definição das cotas foram obtidos de publicações do IBGE e da Estatística do Eleitorado do TSE. Os dados serão tabulados em função das variáveis sócio-econômicas e agregados segundo as diversas áreas de residência de interesse.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Mede Lula 1,4 pontos abaixo da média dos outros institutos, em 6 pesquisas.
Mede Flávio Bolsonaro 2,8 pontos acima da média dos outros institutos, em 6 pesquisas.
A metodologia utilizada é survey quantitativo online por questionário estruturado com amostragem não-probabilística, baseada em recrutamento por meio de anúncios em plataformas de redes sociais, controlada por cotas de sexo, faixa etária e geografia, e com os dados submetidos a ajuste de pesos iterativo ancorado em dados oficiais do IBGE e do TSE para refletir o perfil da população brasileira com respeito a sexo, faixa etária, escolaridade, renda domiciliar, região, voto no 2º turno da eleição presidencial de 2022 e filiação partidária formal e voto no 1º turno da eleição presidencial de 2026.
Mostrando a ficha da 1ª das 2 pesquisas do grupo.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Mede Lula 1,6 pontos acima da média dos outros institutos, em 10 pesquisas.
Mede Flávio Bolsonaro 1,6 pontos abaixo da média dos outros institutos, em 10 pesquisas.
Mais larga: amostra declarada de 1104, menor que o usual.
Pesquisa quantitativa, de survey, que consiste na realização de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais, conduzidas por profissionais treinados, com a aplicação de questionários estruturados a uma amostra representativa da população votante de 16 anos ou mais residente no Distrito Federal. O desenho amostral aplicado inclui sorteio probabilístico de setores censitários fornecidos pelo IBGE (unidades territoriais homogêneas, de tamanho similar a quadras ou blocos), dentro dos quais serão selecionadas pessoas respondentes por meio de cotas amostrais.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 1200, menor que o usual.
Pesquisa em 30 municípios representativos do Estado de Rio Grande do Norte, do tipo quantitativa, com aplicação de questionário estruturado, abordagem pessoal em ponto de fluxo populacional e domiciliar. O conjunto da população eleitora dos municípios com 16 anos ou mais foi tomado como universo da pesquisa.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 1000, menor que o usual.
A metodologia utilizada é Survey quantitativo, com realização das entrevistas de maneira pessoal em domicílio, com aplicação de questionário estruturado e padronizado em plataforma digital (tablet) junto à uma amostra representativa dos eleitores de Minas Gerais.
Mostrando a ficha da 1ª das 2 pesquisas do grupo.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa do tipo quantitativo, por amostragem, com aplicação de questionário estruturado e abordagem pessoal em pontos de fluxo populacional. O universo da pesquisa é o conjunto do eleitorado brasileiro.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 1500, menor que o usual.
Pesquisa quantitativa, com aplicação de 1.500 entrevistas presenciais, realizadas por meio de questionário estruturado, padronizado e previamente testado. A coleta de dados será realizada por entrevistadores treinados, mediante abordagem direta aos eleitores em domicílios, conforme planejamento amostral e operacional previamente estabelecido. O universo da pesquisa é composto por eleitores com 16 anos ou mais, com título eleitoral e aptos a votar no Estado do Rio Grande do Norte. A elegibilidade será confirmada no momento da entrevista por meio dos filtros previstos no questionário. Para definição da distribuição territorial da amostra, serão adotadas como referência as Regiões Geográficas Imediatas do estado, conforme classificação oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo os municípios agregados para fins operacionais de amostragem. Cada município possui vinculação definida à respectiva Região Geográfica Imediata, permitindo sua classificação objetiva no estrato territorial correspondente. As entrevistas serão realizadas em áreas urbanas e rurais dos municípios selecionados, incluindo bairros, localidades e setores censitários previamente definidos no plano amostral.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
A população pesquisada é definida como pessoas maiores de 16 anos, eleitoras e residentes em todas as regiões do Brasil. A pesquisa é do tipo QUANTITATIVA e os entrevistados serão selecionados por cotas em função das variáveis sexo, faixa etária, renda do chefe do domicílio e área de residência. Os dados para definição das cotas foram obtidos de publicações do IBGE e da Estatística do Eleitorado do TSE. Os dados serão tabulados em função das variáveis sócio-econômicas e agregados segundo as diversas áreas de residência de interesse.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa de abrangência nacional, quantitativa, amostral, com entrevistas individuais por telefone com questionários estruturados.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa quantitativa por amostragem. Aplicação de questionário estruturado por meio de ligações automatizadas para telefones fixos e celulares. O universo da pesquisa é o conjunto de eleitoras e eleitores com 16 anos ou mais.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa quantitativa, de natureza exploratório-descritiva, operacionalizada por meio da técnica M2M com aplicação de questionário estruturado. A coleta de dados será realizada exclusivamente por meio de entrevistas pessoais domiciliares, utilizando dispositivos eletrônicos (tablets) O universo é constituído pelos eleitores com 16 anos ou mais, regularmente inscritos no cadastro eleitoral e residentes no estado do RIO GRANDE DO NORTE.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 1049, menor que o usual.
Será realizada uma pesquisa de natureza quantitativa e qualitativa, com o objetivo de caracterizar o perfil ideológico do público-alvo e mensurar a intenção de voto para o segundo turno das Eleições Gerais de 2026. A metodologia adotada consiste em um levantamento padrão survey, totalmente digital e geolocalizado, aplicado de forma pessoal e individual, face-a-face, ao público-alvo determinado no plano amostral, com coleta de dados em zonas de trânsito de pessoas e/ou em residências, contendo questões espontâneas e estimuladas. A amostra será estratificada e proporcional aos dados demográficos do estado do Acre (AC), respeitando critérios de gênero, faixa etária (acima de 16 anos), nível de instrução e faixas de renda familiar. A coleta de dados seguirá o zoneamento geográfico previamente estabelecido, garantindo a representatividade do eleitorado residente e apto a votar, sendo executada por uma equipe técnica especializada e treinada para este fim.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 1200, menor que o usual.
Pesquisa quantitativa por amostragem, realizada por meio de questionário estruturado aplicado via contatos telefônicos fixos e móveis, com abrangência estadual. A amostra será organizada territorialmente pelas Regiões Geográficas Imediatas do Estado do Rio Grande do Norte, conforme a divisão territorial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com alocação proporcional ao tamanho do eleitorado de cada estrato, utilizando dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) referentes a agosto de 2026. A seleção inicial dos contatos será realizada de forma aleatória e automatizada no âmbito de banco próprio de números telefônicos fixos e móveis, com cobertura estadual, observadas as disposições da Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados). Essa base constitui instrumento operacional para seleção dos contatos e não é utilizada como fonte dos parâmetros populacionais do plano amostral e da ponderação, os quais são obtidos em fontes públicas oficiais do TSE e do IBGE. Durante a coleta serão utilizados controles operacionais por cotas de Região Geográfica Imediata, sexo, faixa etária, escolaridade e renda domiciliar mensal total, conforme os parâmetros populacionais definidos no plano amostral. Esses controles têm por finalidade acompanhar e orientar a composição da amostra durante o campo, sem qualquer direcionamento por preferência política, intenção de voto, avaliação de governo ou outras respostas de conteúdo político ou eleitoral. Os contatos encontram-se previamente classificados por área geográfica para organização dos estratos e do sorteio. Durante a entrevista, após a confirmação de que possui título eleitoral e vota no Rio Grande do Norte, o respondente informa por voz o município em que vota. A resposta verbal é processada pelo sistema de reconhecimento de voz e registrada eletronicamente na base de dados. Essa informação é utilizada para identificação do domicílio eleitoral declarado pelo entrevistado e para acompanhamento da distribuição territorial da amostra. Em caso de divergência entre a informação geográfica previamente associada ao contato e a declarada pelo entrevistado, prevalecerá a informação declarada. A elegibilidade eleitoral será verificada durante a entrevista, mediante declaração do próprio respondente. O universo da pesquisa é composto por eleitoras e eleitores com 16 anos ou mais que declarem possuir título eleitoral e votar no Estado do Rio Grande do Norte. A base de contatos será submetida a procedimentos de tratamento, deduplicação e aleatorização. Nas perguntas estimuladas, a ordem de apresentação dos nomes será rotacionada automaticamente pelo sistema de coleta, com o objetivo de reduzir eventual viés decorrente da ordem de apresentação.
Mostrando a ficha da 1ª das 3 pesquisas do grupo.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 1220, menor que o usual.
Estudo quantitativo voltado às Eleições 2026, realizado por meio de entrevistas individuais, aplicadas mediante questionário eletrônico estruturado e Unidade Automatizada de Respostas Audíveis e Auditáveis, por meio de ligações para telefones móveis (celulares). A inteligência artificial é empregada exclusivamente para a transcrição automatizada das respostas em áudio, não interferindo na formulação das perguntas, na condução das entrevistas, na coleta das informações, na interpretação das respostas ou no tratamento estatístico dos dados. A participação dos eleitores é voluntária, espontânea e não remunerada. As respostas são prestadas por autodeclaração, sendo, em sua maioria, registradas por meio de códigos numéricos correspondentes às alternativas previamente definidas no questionário. A utilização de sistema eletrônico automatizado para a coleta e o registro das respostas proporciona elevado nível de padronização operacional, reduz a possibilidade de interferência humana durante a realização das entrevistas, amplia a rastreabilidade e a auditabilidade de todo o processo de coleta e contribui para maior precisão, consistência e confiabilidade dos dados obtidos. O plano amostral foi elaborado para assegurar a representatividade estatística do eleitorado da respectiva Unidade da Federação, observando critérios técnicos de seleção, distribuição e ponderação da amostra, quando aplicáveis.
⚠️ pequena: amostra declarada pequena, e quanto menos gente é entrevistada, mais o resultado balança. A faixa dessa pesquisa deveria ser ainda mais larga do que a que mostramos: nós a limitamos ao nosso teto de 8 pontos.
Antes de cada pesquisa sair, publicamos a faixa em que esperamos que ela caia. Depois conferimos. Acertar aqui quer dizer uma coisa só: o número do instituto estava dentro da faixa que anunciamos antes de vê-lo.
77% de acerto nos últimos 120 dias, cerca de 4 em cada 5. No pior caso, Lula, 63% (3 em cada 5). Publicamos o pior caso junto com a média porque é nele que está a informação útil.
| Candidato | Cobertura |
|---|---|
| Lula | 62,9% |
| Flávio Bolsonaro | 68,6% |
| Ronaldo Caiado | 74,3% |
| Renan Santos | 82,9% |
| Romeu Zema | 85,7% |
| Augusto Cury | 90,3% |
Estes percentuais têm margem de erro de ±3,9pp: 206 pesquisas em 120 dias, contadas como 103 casos. O desconto é conservador de propósito, porque várias pesquisas do mesmo instituto na mesma semana medem quase a mesma coisa. Medido em 28/07/2026.
A expectativa pra pesquisa de hoje é Lula entre 42,5 e 47,1 (centro 44,8) e Flávio Bolsonaro entre 38,1 e 45,8 (centro 41,9) — número travado por três institutos que saem hoje, um deles com mais de 15 mil entrevistas.
A hipótese é que a corrida segue apertada: menos de 3 pontos separam os dois líderes, e isso deixa qualquer evento de última hora com poder de mexer no resultado até a votação.
A atenção de Lula segue mais alta que a de Flávio Bolsonaro: tendência de busca de 9,3 contra 3,2, e quase o dobro de menções nas redes, 75 a 32. Nenhum dos dois teve variação em relação a ontem.
A hipótese é que esse volume maior de menções reflete Lula puxando mais a conversa do dia — sem uma manchete específica registrada, não dá pra cravar qual tema está movendo isso.
Entre quem solta pesquisa hoje, a Quaest historicamente marca Lula 1,6 ponto acima do esperado e Flávio Bolsonaro 1,6 abaixo, olhando as últimas 10 pesquisas; já a Palver, de coleta online, mostra Renan Santos 5,5 pontos acima do normal.
Diante dessa variação entre institutos, a hipótese é que um número isolado vale pouco — só ganha força se aparecer confirmado em mais de uma pesquisa, porque sozinho pode só estar refletindo o viés de quem mediu.
sinal de hoje: Google Trends
Possível driver: Conexão entre Flávio Bolsonaro e milicianos vira munição de Lula; relembre casos — CNN BrasilFolhaPoder360 · sinal de hoje: Google Trends
sinal de hoje: Google Trends
sinal de hoje: Google Trends
sinal de hoje: Google Trends
sinal de hoje: Google Trends
| Empresa | Data | Acertos |
|---|---|---|
| ATLASINTEL | 30/07/2026 |
4/6
|
| PODERDATA | 31/07/2026 |
5/6
|
| Quaest | 07/08/2026 |
6/6
|
| Nexus | 11/08/2026 |
6/6
|
| PODERDATA | 14/08/2026 |
5/6
|
| Quaest | 15/08/2026 |
5/6
|
| Nexus | 21/08/2026 |
6/6
|
| Nexus | 26/08/2026 |
6/6
|
| PODERDATA | 28/08/2026 |
5/6
|
| ATLASINTEL | 31/08/2026 |
1/6
|
| Quaest | 03/09/2026 |
3/6
|
Em breve: acompanhamento dos debates eleitorais, com o mesmo rigor de dado real e transparência do resto do VotIA. Módulo em construção.
Antes de projetar 2026, medimos 2022: 489 pesquisas de 11 disputas contra o resultado oficial do TSE. Não é para apontar culpados, é para saber o que o nosso método consegue corrigir e o que não consegue.
Média de todos os institutos na última semana antes de cada turno, contra a urna. O sinal é a informação principal: seta para cima, as pesquisas puseram o candidato acima do que ele fez; para baixo, abaixo.
| Disputa | Candidato | Pesquisas | Resultado | Erro médio | Institutos acima |
|---|---|---|---|---|---|
| 1º turno | JAIR BOLSONARO | 8 | 43,2% | ▼ -5,0 pp | 0 de 8 |
| 1º turno | LULA | 8 | 48,4% | ▲ +2,2 pp | 8 de 8 |
| 2º turno | JAIR BOLSONARO | 10 | 49,1% | ▼ -0,8 pp | 3 de 10 |
| 2º turno | LULA | 10 | 50,9% | ▲ +0,8 pp | 7 de 10 |
É aqui que mora o limite do nosso método. A correção que aplicamos compara cada instituto com os demais, então só enxerga quem destoa do grupo. Quando o grupo inteiro erra para o mesmo lado, como em 2022, não há com quem comparar e o desvio passa invisível. Está no começo da página, e não num rodapé, porque é a limitação mais importante que temos.
Perto da eleição o erro encolhe para todos, e não por metodologia: o indeciso decide. Olhar só o erro final faria o instituto que publica tarde parecer melhor do que é.
Medimos outra coisa: a distância de cada instituto até a média dos concorrentes em campo na mesma semana. Movimento real do eleitorado arrasta todo mundo junto e deixa essa distância parada, então o que sobra é o que distingue um instituto do outro. A coluna de convergência resume o trajeto: zero é manter a mesma distância do começo ao fim, 1 é começar destoando e terminar colado, negativo é se afastar na reta final.
| Instituto | Disputas | Pesquisas | Distância no meio da campanha | Na reta final | Convergência | Erro final |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Datafolha | 4 | 33 | 3,36 pp | 1,53 pp | 0,49 | 4,84 pp |
| Ipespe | 1 | 8 | 1,29 pp | 0,76 pp | 0,41 | 4,45 pp |
| Quaest | 4 | 33 | 1,41 pp | 0,91 pp | 0,31 | 3,64 pp |
| IRG | 1 | 11 | 4,47 pp | 3,49 pp | 0,22 | 2,64 pp |
| Ipec | 4 | 24 | 2,57 pp | 2,28 pp | 0,02 | 4,55 pp |
| Paraná Pesquisas | 3 | 26 | 2,29 pp | 3,53 pp | -1,08 | 6,61 pp |
Convergir não prova má-fé: a mesma trajetória cabe em corrigir a metodologia no meio do caminho, mudar o critério de eleitor provável ou ter captado cedo um movimento que os outros viram depois. Medimos o padrão, não a intenção. E a régua tem limite próprio: um instituto certo cercado de institutos errados apareceria aqui como o desviante, então leia sempre junto com a coluna de erro final, que compara com a urna.
A suspeita mais repetida de todas: alinhar-se ao consenso na véspera para ninguém errar sozinho. Dá para medir. Duas pesquisas independentes na mesma semana nunca dão o mesmo número, porque cada uma entrevistou pessoas diferentes, e essa diferença tem tamanho esperado.
A tabela compara a diferença observada entre os institutos com a que o sorteio dos entrevistados já explicaria. Abaixo de 1 seria mais parecido do que o acaso permite, e aí sim haveria o que investigar. Não foi o que encontramos: em todas as disputas o número ficou acima de 1.
| Disputa | Institutos | Dispersão observada ÷ esperada |
|---|---|---|
| Governo de MG · 1º turno | 4 | 1,31× |
| Presidente · 2º turno | 11 | 1,62× |
| Governo de RJ · 1º turno | 7 | 1,77× |
| Governo de SP · 1º turno | 6 | 1,79× |
| Presidente · 1º turno | 9 | 1,92× |
| Governo de PR · 1º turno | 4 | 2,15× |
| Governo de BA · 2º turno | 5 | 2,30× |
| Governo de RS · 1º turno | 3 | 2,52× |
| Governo de RS · 2º turno | 4 | 2,97× |
| Governo de SP · 2º turno | 8 | 3,02× |
| Governo de BA · 1º turno | 6 | 4,91× |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Paraná Pesquisas | 6 | 1,22 pp | 5,33 pp | -3,36 | 9,73 pp | JOÃO ROMA | média |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Datafolha | 6 | 2,39 pp | 2,44 pp | -0,02 | 1,50 pp | ZEMA | média |
| Ipec | 5 | 1,69 pp | 1,87 pp | -0,11 | 4,02 pp | KALIL | média |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| IRG | 11 | 4,47 pp | 3,49 pp | 0,22 | 2,64 pp | CARLOS MASSA RATINHO JUNIOR | média |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Datafolha | 10 | 3,81 pp | 0,47 pp | 0,88 | 6,19 pp | MARCELO FREIXO | média |
| Quaest | 12 | 1,16 pp | 1,39 pp | -0,20 | 4,32 pp | MARCELO FREIXO | média |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Quaest | 7 | 1,79 pp | 0,63 pp | 0,65 | 4,83 pp | RODRIGO GARCIA | média |
| Datafolha | 9 | 3,47 pp | 1,30 pp | 0,62 | 6,77 pp | FERNANDO HADDAD | média |
| Ipec | 7 | 4,13 pp | 2,02 pp | 0,51 | 6,80 pp | FERNANDO HADDAD | alta |
| Paraná Pesquisas | 14 | 3,16 pp | 2,59 pp | 0,18 | 6,78 pp | TARCÍSIO | média |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Paraná Pesquisas | 6 | 2,49 pp | 2,67 pp | -0,07 | 3,31 pp | TARCÍSIO | média |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Datafolha | 8 | 3,77 pp | 1,90 pp | 0,50 | 4,91 pp | LULA | alta |
| Quaest | 10 | 1,48 pp | 0,77 pp | 0,48 | 4,61 pp | LULA | média |
| Ipespe | 8 | 1,29 pp | 0,76 pp | 0,41 | 4,45 pp | — | alta |
| Ipec | 7 | 2,35 pp | 3,03 pp | -0,29 | 4,53 pp | LULA | alta |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Quaest | 4 | 1,22 pp | 0,85 pp | 0,30 | 0,82 pp | LULA | média |
| Ipec | 5 | 2,12 pp | 2,20 pp | -0,04 | 2,86 pp | LULA | média |
Auditoria que não muda nada é entretenimento. Duas correções entraram no método por causa das tabelas acima, e as duas atacam o mesmo ponto: para descontar o desvio de um instituto é preciso ter o histórico dele inteiro e válido.
Identidade. Os nomes chegavam quebrados nas fontes: Ipec, Globo/Ipec e a mesma pesquisa com o protocolo do TSE colado ao nome contavam como três institutos. Com o histórico partido em três, nenhum pedaço tinha pesquisas suficientes e a correção nunca disparava.
Validade. O desvio passou a ser calculado só sobre os últimos seis meses. Antes, a conta comparava uma pesquisa de hoje com outra de um ano atrás, de quando o elenco de candidatos era outro. Aquilo não media o jeito do instituto: media a eleição ter mudado.
O quanto isso melhorou o acerto muda a cada pesquisa nova, então não fica congelado aqui: está na Mesa de Análise, em “Nossa taxa de acerto real”, com o candidato em que erramos mais.
Metodologia e dado bruto abertos sob CC BY 4.0. Pesquisas de domínio público; resultados oficiais do TSE.
Juntamos todas as pesquisas registradas no TSE, disputa por disputa. Amostra maior pesa mais, pesquisa mais recente pesa mais. O que sai daí não é um número só: é uma faixa.
Testamos a faixa contra eleições que já aconteceram. Ela é feita para conter o resultado em 8 de cada 10 vezes, e o quanto ela conteve de verdade fica publicado aqui, não num relatório interno.
Uma camada de IA revisa cada disputa antes de publicar. Ela só pode reduzir risco: veta número apoiado em dado fraco ou velho, ou alarga a faixa quando a dúvida é maior que a conta. Mover o número, ela não pode. Quem move é a redação, uma vez só, no caminho até a urna, e o tamanho dessa decisão está aberto logo abaixo.
À parte, um enxame de personas sintéticas simula como uma notícia se espalha e como ela soa para cada perfil de eleitor. É leitura de dinâmica, nunca de números: quem projeta voto é o motor estatístico dos passos acima.
Os quatro passos acima são o resumo. Abaixo, a versão longa, na ordem em que os números são construídos.
“Chance de liderar o 1º turno” não é intenção de voto e não sai de pesquisa nenhuma. Simulamos a eleição milhares de vezes, cada rodada com um desfecho compatível com as pesquisas de hoje e com o erro que elas costumam ter. A chance é a fração das rodadas em que aquilo aconteceu.
Essas chances, e também os cenários de 2º turno, saem da mesma linha central que a redação desloca. É de propósito: o site não publica uma probabilidade calculada sobre um número que ele próprio não afirma.
Decisão editorial · Agosto/2026
A redação desloca a linha central da corrida presidencial no caminho até a urna. Aqui está tudo sobre essa decisão: o tamanho, a evidência, onde a evidência falha, o custo medido e o interruptor.
Escolha da redação, não resultado de teste. Perguntamos duas vezes ao dado se deslocar o centro melhorava a projeção, e nas duas a resposta foi não.
O teste que aprende o desvio num ciclo e aplica no seguinte reprovou em todos os recortes. O modelo que explica a eleição por economia e popularidade registrou SEM_PODER: com poucas eleições para comparar, não há prova nem a favor nem contra. Publicamos assim mesmo, com tamanho declarado, custo medido abaixo e a comparação com e sem ajuste na tabela “Onde as duas linhas terminam”.
Quanto cada candidato se desloca até o dia da votação, em pontos percentuais, e o que sustenta esse número. Quando nada sustenta, a tabela também diz.
| Candidato | Deslocamento | O que sustenta esse número |
|---|---|---|
| Flávio Bolsonaro | +5,02pp | ◆ repetiu nos dois ciclos o desvio se repetiu nos dois ciclos, no mesmo sentido e em tamanho parecido (5,03pp em 2018, 5,02pp em 2022). |
| Lula | -2,19pp | ▲ não se repetiu o desvio apontou para um lado em 2018 (2,63pp) e para o lado contrário em 2022 (2,19pp). Não há padrão a repetir; o detalhe está em “O que o dado NÃO sustenta”. |
Augusto Cury, Renan Santos, Romeu Zema, Ronaldo Caiado recebem deslocamento zero. Ainda assim se mexem na linha final, por aritmética: quando um candidato sobe, os pontos saem de algum lugar, e no fim recompomos tudo para somar 100%.
Como entra: aos poucos, um pouco a cada dia. No corte de hoje o deslocamento vale zero, e ele só chega ao tamanho cheio no dia da votação.
O que não muda: o número de hoje. Como o deslocamento vale zero no dia do corte, o número no topo da página, o dado do corte e a aba Mesa mostram exatamente a mesma coisa com e sem o ajuste. O que se desloca é só o caminho daqui até a urna.
Uma coisa só: o mesmo desvio ter aparecido duas vezes seguidas. Erro que some no ciclo seguinte é acaso. Erro que se repete no mesmo sentido e no mesmo tamanho é candidato a padrão.
A média dos institutos subestimou Jair Bolsonaro em 5,03pp em 2018 e em 5,02pp em 2022. Em palavras simples: nas duas eleições as pesquisas publicaram, em média, um número menor do que o que saiu da urna — mesmo sentido, tamanho quase idêntico, dois ciclos seguidos. É esse desvio repetido, transferido para Flávio Bolsonaro em 2026, que a decisão editorial escolhe não ignorar no caminho até a urna.
A mesma régua corta contra nós, e há deslocamento publicado aqui que ela não aprova.
O deslocamento de Lula não tem a mesma base: o desvio virou do avesso de um ciclo para o outro — as pesquisas subestimaram Fernando Haddad em 2,63pp em 2018 e superestimaram Lula em 2,19pp em 2022. Não há padrão nenhum a repetir aqui: há uma medida apontando para cada lado, e corrigir por 2022 é corrigir na direção oposta à que 2018 indicaria. Escolhemos um dos dois lados, e escolher é a palavra certa.
Custo medido: piora o acerto histórico em 0,31pp.
Este é o argumento mais forte contra o que publicamos, e ele está aqui por isso. O teste aprende o desvio numa eleição passada, aplica na seguinte e compara com a urna. É o mesmo movimento do ajuste, num período em que já se sabe quem ganhou.
Aplicar esta correção teria PIORADO a projeção nos dois ciclos que testamos. No teste principal — aprender o desvio em 2018 e aplicá-lo em 2022 — o erro médio da projeção subiu de 5,53 para 5,84 pontos, ou seja, 0,31pp pior do que não ter corrigido nada. Também tentamos aplicar só uma parte do desvio em vez dele inteiro, varrendo todas as intensidades possíveis: nenhuma reverteu a piora, nem mesmo a mais favorável de todas, escolhida depois de já sabermos qual tinha sido o resultado.
O veredito do teste foi NAO_USAR, que na nomenclatura da casa quer dizer “não use este sinal”. O ajuste vai ao ar mesmo assim, por decisão editorial declarada, não por ter passado em teste nenhum.
Ajuste que não pode ser removido não é decisão, é fato consumado. Este tem um interruptor único: uma linha na receita que gera a projeção.
Trocar “ativo” para “false” devolve a produção ao estado anterior, sem sobra: o centro volta a ser o que as pesquisas dizem sozinhas, a linha de comparação sai do gráfico por não haver mais o que comparar e o cenário “e se os institutos errarem como em 2022” volta a ser hipótese, que é o que ele era antes de virar ajuste.