Base: 134 pesquisas registradas no TSE, com peso maior para as mais recentes e as de amostra maior.
Se ninguém passar de 50% em outubro, os dois primeiros voltam a se enfrentar. Cada card é um confronto possível, ordenado pela chance de ser esse o duelo. Os de baixo são os mais improváveis, não os menos importantes.
Dados de mercado indisponíveis neste ciclo.
Cada linha é uma rodada nossa: o resultado que aquele dia projetava para o dia da votação, não a intenção de voto daquele dia. Depois da eleição, esta tabela mostra com quanta antecedência a projeção chegou onde a urna terminou.
“Atual” é a composição de hoje, um fato. “Projetado” é contagem: quantas disputas o partido lidera na projeção de agora (governadores) ou em quantas aparece entre os dois primeiros (Senado, onde cada estado elege duas vagas). Por ser contagem, é sempre inteiro.
Liderar hoje não é ganhar em outubro, e há disputas empatadas dentro da margem. A faixa “provável”, ao lado do número, mostra com quantas cadeiras o partido pode terminar se cada disputa apertada cair para um lado ou para o outro.
Ninguém pesquisa intenção de voto para 513 deputados, então esta projeção não vem de pesquisa. Ela parte de como a Câmara costuma se comportar de uma eleição para a outra, e por isso trabalha com faixas do eixo esquerda-direita, nunca com partidos individuais.
Edição de 05/09/2026 19h
Nossa projeção hoje — Lula 44,6 · Flávio Bolsonaro 37,8. Agregado VotIA, corte de 05/09/2026.
Nosso número de hoje: todas as pesquisas já publicadas combinadas, com peso maior para as recentes e as de amostra maior. É a âncora do resto da página. Cada pesquisa nova vai cair um pouco acima ou abaixo dele, e é essa distância que a Mesa acompanha.
Nenhuma pesquisa nova desde 04/09/2026 — número inalterado.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa quantitativa com coleta aleatória via questionário estruturado web e pós-estratificação da amostra de acordo com as características do eleitorado de Minas Gerais.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 500, menor que o usual.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 500, menor que o usual.
Eleitores com 16 anos ou mais de idade com domicílio eleitoral na cidade de CAMPO MAIOR PI e que no momento da pesquisa se encontrava na zona urbana ou rural. Trata-se de uma pesquisa do tipo face a face, domiciliar, espontânea e individual através de uma amostra estratificada com 3 estágios e abordagem aleatória simples através das variáveis gênero, faixa etária, nível de instrução e faixa de renda, de acordo com a resolução do TSE 23.600/19 e alterações pela resolução 23.727/2024, para as pesquisas eleitorais, utilizando dados da estatística do eleitorado do munícipio com fonte no TSE (sig.tse.jus.br) ou TRE-PI no período pesquisado, consultando os dados do IBGE censo 2022 (censo2022.ibge.gov.br/panorama; sidra.ibge.gov.br e cidades.ibge.gov.br) com referência na renda e estimativas populacionais. Conforme treinamentos internos os pesquisadores de campo selecionarão suas amostras em cada setor definido no plano amostral, obedecendo um espaçamento de uma amostra para outra, seguindo critérios de amostras aleatórias simples e em caso de complementação de informação será inserido no sistema até o 7º dia, após o registro no site Pesqele, de acordo com o art2º, §6º e §7º - da res. 23600/19. Para o dimensionamento das variáveis e interpretação dos dados será considerada a base 100%, utilizando regras de arredondamento quando necessário e os resultados serão mensurados em tabelas gráficas e analíticas utilizando 2 casas decimais. Os Questionários terão filtros de identificação e só será permitida a execução caso o eleitor se identifique como eleitor(a) do município e todos serão numerados e estruturados com perguntas espontâneas e/ou estimuladas, sendo as perguntas estimuladas com apresentação por ordem alfabética ou realizadas com uso de técnicas de alternativas randomizadas, dispensando o uso de discos.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Eleitores com 16 anos ou mais de idade com domicílio eleitoral na cidade selecionada do Estado do PIAUÍ e que no momento da pesquisa se encontrava na zona urbana ou rural. Trata-se de uma pesquisa do tipo face a face, domiciliar, espontânea e individual através de uma amostra estratificada com 3 estágios e abordagem aleatória simples através das variáveis gênero, faixa etária, nível de instrução e faixa de renda, de acordo com a resolução do TSE 23.600/19 e alterações pela resolução 23.727/2024, para as pesquisas eleitorais, utilizando dados da estatística do eleitorado do munícipio com fonte no TSE (sig.tse.jus.br) ou TRE-PI no período pesquisado, consultando os dados do IBGE censo 2022 (censo2022.ibge.gov.br/panorama; sidra.ibge.gov.br e cidades.ibge.gov.br) com referência na renda e estimativas populacionais. Conforme treinamentos internos os pesquisadores de campo selecionarão suas amostras em cada setor definido no plano amostral, obedecendo um espaçamento de uma amostra para outra, seguindo critérios de amostras aleatórias simples e em caso de complementação de informação será inserido no sistema até o 7º dia, após o registro no site Pesqele, de acordo com o art2º, §6º e §7º - da res. 23600/19. Para o dimensionamento das variáveis e interpretação dos dados será considerada a base 100%, utilizando regras de arredondamento quando necessário e os resultados serão mensurados em tabelas gráficas e analíticas utilizando 2 casas decimais. Os Questionários terão filtros de identificação e só será permitida a execução caso o eleitor se identifique como eleitor(a) do município e/ou estado do Piauí e todos serão numerados e estruturados com perguntas espontâneas e/ou estimuladas, sendo as perguntas estimuladas com apresentação por ordem alfabética ou realizadas com uso de técnicas de alternativas randomizadas ou aleatorizadas, dispensando o uso de discos.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 850, menor que o usual.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 850, menor que o usual.
Pesquisa quantitativa, de natureza exploratório-descritiva, operacionalizada por meio da técnica M2M com aplicação de questionário estruturado. A coleta de dados será realizada exclusivamente por meio de entrevistas pessoais domiciliares, utilizando dispositivos eletrônicos (tablets) O universo é constituído pelos eleitores com 16 anos ou mais, regularmente inscritos no cadastro eleitoral e residentes no estado do RIO GRANDE DO NORTE NA CIDADE DE PARNAMIRIM.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa com metodologia quantitativa, com a realização de entrevistas individuais, utilizando questionário estruturado junto a uma amostra representativa do eleitorado do estado de Rondônia.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa quantitativa, por amostragem, com a aplicação, via abordagem pessoal domiciliar, de questionário estruturado junto a uma amostra representativa da população. O conjunto de eleitores do estado de Alagoas com 16 anos ou mais foi tomado como universo da pesquisa.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 800, menor que o usual.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 800, menor que o usual.
Pesquisa quantitativa de opinião por meio de um questionário estruturado aplicado no estado do Acre. Uma amostra representativa da população-alvo será criada usando a metodologia, que levará em consideração as informações demográficas e geográficas relevantes. A coleta de dados será realizada por meio de entrevistas telefônicas operadas por humanos.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Estudo quantitativo voltado às Eleições 2026, realizado por meio de entrevistas individuais, aplicadas mediante questionário eletrônico estruturado e Unidade Automatizada de Respostas Audíveis e Auditáveis, por meio de ligações para telefones móveis (celulares). A inteligência artificial é empregada exclusivamente para a transcrição automatizada das respostas em áudio, não interferindo na formulação das perguntas, na condução das entrevistas, na coleta das informações, na interpretação das respostas ou no tratamento estatístico dos dados. A participação dos eleitores é voluntária, espontânea e não remunerada. As respostas são prestadas por autodeclaração, sendo, em sua maioria, registradas por meio de códigos numéricos correspondentes às alternativas previamente definidas no questionário. A utilização de sistema eletrônico automatizado para a coleta e o registro das respostas proporciona elevado nível de padronização operacional, reduz a possibilidade de interferência humana durante a realização das entrevistas, amplia a rastreabilidade e a auditabilidade de todo o processo de coleta e contribui para maior precisão, consistência e confiabilidade dos dados obtidos. O plano amostral foi elaborado para assegurar a representatividade estatística do eleitorado do Brasil, observando critérios técnicos de seleção, distribuição e ponderação da amostra, quando aplicáveis.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa quantitativa, através de entrevistas pessoais e domiciliares, com aplicação de questionários estruturados e padronizados junto a amostra representativa da população pesquisada. Utilizando meio eletrônico para coleta das entrevistas.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 400, menor que o usual.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 400, menor que o usual.
Pesquisa quantitativa, que consiste na realização de entrevistas pessoais, com aplicação de questionários estruturados junto a uma amostra representativa do eleitorado em estudo. Eleitorado do município de Santa Cruz do Capibaribe.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Mede Lula 2,3 pontos acima da média dos outros institutos, em 6 pesquisas.
Mede Flávio Bolsonaro 1,0 ponto abaixo da média dos outros institutos, em 6 pesquisas.
Pesquisa quantitativa, de survey, que consiste na realização de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais, conduzidas por profissionais treinados, com a aplicação de questionários estruturados a uma amostra representativa da população votante de 16 anos ou mais residente no Brasil. O desenho amostral aplicado combina sorteio probabilístico de municípios e de setores censitários fornecidos pelo IBGE (unidades territoriais homogêneas, de tamanho similar a quadras ou blocos), dentro dos quais serão selecionadas pessoas respondentes por meio de cotas amostrais.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
A população pesquisada é definida como pessoas maiores de 16 anos, eleitoras e residentes em todas as regiões do Brasil. A pesquisa é do tipo QUANTITATIVA e os entrevistados serão selecionados por cotas em função das variáveis sexo, faixa etária, renda do chefe do domicílio e área de residência. Os dados para definição das cotas foram obtidos de publicações do IBGE e da Estatística do Eleitorado do TSE. Os dados serão tabulados em função das variáveis sócio-econômicas e agregados segundo as diversas áreas de residência de interesse.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 700, menor que o usual.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Mais larga: amostra declarada de 700, menor que o usual.
Pesquisa com metodologia quantitativa, com a realização de entrevistas pessoais utilizando questionário estruturado junto a uma amostra representativa do eleitorado do município de CAMPINA GRANDE.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Mede Lula 1,1 pontos abaixo da média dos outros institutos, em 10 pesquisas.
Mede Flávio Bolsonaro 0,8 pontos acima da média dos outros institutos, em 10 pesquisas.
Pesquisa quantitativa telefônica realizada com população brasileira a partir de 16 anos e com título de eleitor, em um questionário estruturado, para avaliação do cenário político eleitoral. Os entrevistados são selecionados por sorteio em uma amostra representativa do eleitorado brasileiro com acesso a telefonia fixa e móvel. Todas as entrevistas são realizadas por um time de pesquisadores experientes com pesquisas de opinião e treinados especificamente para o projeto.
Mostrando a ficha da 1ª das 5 pesquisas do grupo.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Mede Lula 2,3 pontos acima da média dos outros institutos, em 6 pesquisas.
Mede Flávio Bolsonaro 1,0 ponto abaixo da média dos outros institutos, em 6 pesquisas.
Pesquisa quantitativa, de survey, que consiste na realização de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais, conduzidas por profissionais treinados, com a aplicação de questionários estruturados a uma amostra representativa da população votante de 16 anos ou mais residente no estado do Rio de Janeiro. O desenho amostral aplicado combina sorteio probabilístico de municípios e de setores censitários fornecidos pelo IBGE (unidades territoriais homogêneas, de tamanho similar a quadras ou blocos), dentro dos quais serão selecionadas pessoas respondentes por meio de cotas amostrais.
Mostrando a ficha da 1ª das 4 pesquisas do grupo.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa quantitativa, que consiste na realização de entrevistas com eleitores do universo a ser explorado, feitas em combinação mista por entrevistadores humanos e recursos de inteligência artificial, com a aplicação de questionário estruturado com abordagens telefônicas e digitais junto a uma amostra representativa do eleitorado em estudo. Pesquisa realizada no Estado do Amapá (AP).
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa quantitativa com aplicação de questionário estruturado, através pesquisa telefônica, junto a uma parcela representativa do eleitorado de todo o país.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa quantitativa, com aplicação de 1.500 entrevistas presenciais, realizadas por meio de questionário estruturado, padronizado e previamente testado. A coleta de dados será realizada por entrevistadores treinados, mediante abordagem direta aos eleitores em domicílios, conforme planejamento amostral e operacional previamente estabelecido. O universo da pesquisa é composto por eleitores com 16 anos ou mais, com título eleitoral e aptos a votar no Estado do Rio Grande do Norte. A elegibilidade será confirmada no momento da entrevista por meio dos filtros previstos no questionário. Para definição da distribuição territorial da amostra, serão adotadas como referência as Regiões Geográficas Imediatas do estado, conforme classificação oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo os municípios agregados para fins operacionais de amostragem. Cada município possui vinculação definida à respectiva Região Geográfica Imediata, permitindo sua classificação objetiva no estrato territorial correspondente. As entrevistas serão realizadas em áreas urbanas e rurais dos municípios selecionados, incluindo bairros, localidades e setores censitários previamente definidos no plano amostral.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
A metodologia utilizada é survey quantitativo online por questionário estruturado com amostragem não-probabilística, baseada em recrutamento por meio de anúncios em plataformas de redes sociais, controlada por cotas de sexo, faixa etária e geografia, e com os dados submetidos a ajuste de pesos iterativo ancorado em dados oficiais do IBGE e TSE para refletir o perfil da população brasileira com respeito a sexo, faixa etária, escolaridade, renda domiciliar, região, e voto no 2o turno da eleição presidencial de 2022.
Mostrando a ficha da 1ª das 2 pesquisas do grupo.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Pesquisa quantitativa, que consiste na realização de entrevistas com eleitores do universo a ser explorado, feitas em combinação mista por entrevistadores humanos e recursos de inteligência artificial, com a aplicação de questionário estruturado com abordagens telefônicas e digitais junto a uma amostra representativa do eleitorado em estudo. Pesquisa realizada no Estado do Paraná (PR).
Mostrando a ficha da 1ª das 2 pesquisas do grupo.
Três passos: nosso número de hoje, mais ou menos o tanto que este instituto costuma destoar dos concorrentes, e uma faixa em volta do resultado, porque nem a nossa conta nem a pesquisa dele batem no ponto exato.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Sem histórico suficiente para medir viés — usamos a projeção pura.
Estudo quantitativo voltado às Eleições 2026, realizado por meio de entrevistas individuais, aplicadas mediante questionário eletrônico estruturado e Unidade Automatizada de Respostas Audíveis e Auditáveis, por meio de ligações para telefones móveis (celulares). A inteligência artificial é empregada exclusivamente para a transcrição automatizada das respostas em áudio, não interferindo na formulação das perguntas, na condução das entrevistas, na coleta das informações, na interpretação das respostas ou no tratamento estatístico dos dados. A participação dos eleitores é voluntária, espontânea e não remunerada. As respostas são prestadas por autodeclaração, sendo, em sua maioria, registradas por meio de códigos numéricos correspondentes às alternativas previamente definidas no questionário. A utilização de sistema eletrônico automatizado para a coleta e o registro das respostas proporciona elevado nível de padronização operacional, reduz a possibilidade de interferência humana durante a realização das entrevistas, amplia a rastreabilidade e a auditabilidade de todo o processo de coleta e contribui para maior precisão, consistência e confiabilidade dos dados obtidos. O plano amostral foi elaborado para assegurar a representatividade estatística do eleitorado da respectiva Unidade da Federação, observando critérios técnicos de seleção, distribuição e ponderação da amostra, quando aplicáveis.
⚠️ pequena: amostra declarada pequena, e quanto menos gente é entrevistada, mais o resultado balança. A faixa dessa pesquisa deveria ser ainda mais larga do que a que mostramos: nós a limitamos ao nosso teto de 8 pontos.
Antes de cada pesquisa sair, publicamos a faixa em que esperamos que ela caia. Depois conferimos. Acertar aqui quer dizer uma coisa só: o número do instituto estava dentro da faixa que anunciamos antes de vê-lo.
77% de acerto nos últimos 120 dias, cerca de 4 em cada 5. No pior caso, Lula, 63% (3 em cada 5). Publicamos o pior caso junto com a média porque é nele que está a informação útil.
| Candidato | Cobertura |
|---|---|
| Lula | 62,9% |
| Flávio Bolsonaro | 68,6% |
| Ronaldo Caiado | 74,3% |
| Renan Santos | 82,9% |
| Romeu Zema | 85,7% |
| Augusto Cury | 90,3% |
Estes percentuais têm margem de erro de ±3,9pp: 206 pesquisas em 120 dias, contadas como 103 casos. O desconto é conservador de propósito, porque várias pesquisas do mesmo instituto na mesma semana medem quase a mesma coisa. Medido em 28/07/2026.
Três institutos devem divulgar pesquisa presidencial hoje. Piauí Vox, AtlasIntel e Vetor convergem: Lula entre 40,9 e 48,9, Bolsonaro entre 34,0 e 42,0. A amostra da Piauí Vox é pequena; a do AtlasIntel, com 1.800 entrevistados, não.
Se essas três pesquisas confirmarem esse intervalo, a hipótese é que a corrida entrou numa fase de estabilidade, sem grandes sustos entre os institutos que saem hoje.
A atenção em Lula é bem mais alta que a dos demais: 12 menções e o maior índice de busca do dia, contra 6 de Bolsonaro. Mas nenhum candidato teve variação de atenção em relação a ontem.
Sem manchete específica registrada hoje, a hipótese mais simples é que o volume maior em torno de Lula reflita o desgaste natural de quem ocupa o cargo, não um evento pontual.
Olhando o histórico da Quaest em pesquisas anteriores, ela tende a marcar Lula cerca de 2,3 pontos acima da média dos institutos e Bolsonaro quase 1 ponto abaixo — e ela tem seis pesquisas estaduais previstas para os próximos dias.
Se esse padrão da Quaest se repetir nas pesquisas estaduais que vêm por aí, a hipótese é que os números dela continuem puxando Lula pra cima e Bolsonaro pra baixo na comparação com os demais institutos.
Vale separar as contas: para a eleição em si, a projeção de Lula vai de 29,7 a 57,3 e a de Bolsonaro de 22,9 a 50,1 — uma faixa larga, meses à frente. Já para as pesquisas de hoje, a expectativa é bem mais estreita.
Fora os dois líderes, o pelotão de trás segue pulverizado — nenhum dos demais nomes citados no dossiê passa de um dígito nas pesquisas de hoje; a hipótese é que essa fragmentação só deve mudar com fatos novos de campanha.
sinal de hoje: Google Trends
sinal de hoje: Google Trends
sinal de hoje: Google Trends
sinal de hoje: Google Trends
sinal de hoje: Google Trends
sinal de hoje: Google Trends
| Empresa | Data | Acertos |
|---|---|---|
| ATLASINTEL | 30/07/2026 |
4/6
|
| PODERDATA | 31/07/2026 |
5/6
|
| Quaest | 07/08/2026 |
6/6
|
| Nexus | 11/08/2026 |
6/6
|
| PODERDATA | 14/08/2026 |
5/6
|
| Quaest | 15/08/2026 |
5/6
|
| Nexus | 21/08/2026 |
6/6
|
| Nexus | 26/08/2026 |
6/6
|
| PODERDATA | 28/08/2026 |
5/6
|
| ATLASINTEL | 31/08/2026 |
1/6
|
| Quaest | 03/09/2026 |
3/6
|
Em breve: acompanhamento dos debates eleitorais, com o mesmo rigor de dado real e transparência do resto do VotIA. Módulo em construção.
Antes de projetar 2026, medimos 2022: 489 pesquisas de 11 disputas contra o resultado oficial do TSE. Não é para apontar culpados, é para saber o que o nosso método consegue corrigir e o que não consegue.
Média de todos os institutos na última semana antes de cada turno, contra a urna. O sinal é a informação principal: seta para cima, as pesquisas puseram o candidato acima do que ele fez; para baixo, abaixo.
| Disputa | Candidato | Pesquisas | Resultado | Erro médio | Institutos acima |
|---|---|---|---|---|---|
| 1º turno | JAIR BOLSONARO | 8 | 43,2% | ▼ -5,0 pp | 0 de 8 |
| 1º turno | LULA | 8 | 48,4% | ▲ +2,2 pp | 8 de 8 |
| 2º turno | JAIR BOLSONARO | 10 | 49,1% | ▼ -0,8 pp | 3 de 10 |
| 2º turno | LULA | 10 | 50,9% | ▲ +0,8 pp | 7 de 10 |
É aqui que mora o limite do nosso método. A correção que aplicamos compara cada instituto com os demais, então só enxerga quem destoa do grupo. Quando o grupo inteiro erra para o mesmo lado, como em 2022, não há com quem comparar e o desvio passa invisível. Está no começo da página, e não num rodapé, porque é a limitação mais importante que temos.
Perto da eleição o erro encolhe para todos, e não por metodologia: o indeciso decide. Olhar só o erro final faria o instituto que publica tarde parecer melhor do que é.
Medimos outra coisa: a distância de cada instituto até a média dos concorrentes em campo na mesma semana. Movimento real do eleitorado arrasta todo mundo junto e deixa essa distância parada, então o que sobra é o que distingue um instituto do outro. A coluna de convergência resume o trajeto: zero é manter a mesma distância do começo ao fim, 1 é começar destoando e terminar colado, negativo é se afastar na reta final.
| Instituto | Disputas | Pesquisas | Distância no meio da campanha | Na reta final | Convergência | Erro final |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Datafolha | 4 | 33 | 3,36 pp | 1,53 pp | 0,49 | 4,84 pp |
| Ipespe | 1 | 8 | 1,29 pp | 0,76 pp | 0,41 | 4,45 pp |
| Quaest | 4 | 33 | 1,41 pp | 0,91 pp | 0,31 | 3,64 pp |
| IRG | 1 | 11 | 4,47 pp | 3,49 pp | 0,22 | 2,64 pp |
| Ipec | 4 | 24 | 2,57 pp | 2,28 pp | 0,02 | 4,55 pp |
| Paraná Pesquisas | 3 | 26 | 2,29 pp | 3,53 pp | -1,08 | 6,61 pp |
Convergir não prova má-fé: a mesma trajetória cabe em corrigir a metodologia no meio do caminho, mudar o critério de eleitor provável ou ter captado cedo um movimento que os outros viram depois. Medimos o padrão, não a intenção. E a régua tem limite próprio: um instituto certo cercado de institutos errados apareceria aqui como o desviante, então leia sempre junto com a coluna de erro final, que compara com a urna.
A suspeita mais repetida de todas: alinhar-se ao consenso na véspera para ninguém errar sozinho. Dá para medir. Duas pesquisas independentes na mesma semana nunca dão o mesmo número, porque cada uma entrevistou pessoas diferentes, e essa diferença tem tamanho esperado.
A tabela compara a diferença observada entre os institutos com a que o sorteio dos entrevistados já explicaria. Abaixo de 1 seria mais parecido do que o acaso permite, e aí sim haveria o que investigar. Não foi o que encontramos: em todas as disputas o número ficou acima de 1.
| Disputa | Institutos | Dispersão observada ÷ esperada |
|---|---|---|
| Governo de MG · 1º turno | 4 | 1,31× |
| Presidente · 2º turno | 11 | 1,62× |
| Governo de RJ · 1º turno | 7 | 1,77× |
| Governo de SP · 1º turno | 6 | 1,79× |
| Presidente · 1º turno | 9 | 1,92× |
| Governo de PR · 1º turno | 4 | 2,15× |
| Governo de BA · 2º turno | 5 | 2,30× |
| Governo de RS · 1º turno | 3 | 2,52× |
| Governo de RS · 2º turno | 4 | 2,97× |
| Governo de SP · 2º turno | 8 | 3,02× |
| Governo de BA · 1º turno | 6 | 4,91× |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Paraná Pesquisas | 6 | 1,22 pp | 5,33 pp | -3,36 | 9,73 pp | JOÃO ROMA | média |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Datafolha | 6 | 2,39 pp | 2,44 pp | -0,02 | 1,50 pp | ZEMA | média |
| Ipec | 5 | 1,69 pp | 1,87 pp | -0,11 | 4,02 pp | KALIL | média |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| IRG | 11 | 4,47 pp | 3,49 pp | 0,22 | 2,64 pp | CARLOS MASSA RATINHO JUNIOR | média |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Datafolha | 10 | 3,81 pp | 0,47 pp | 0,88 | 6,19 pp | MARCELO FREIXO | média |
| Quaest | 12 | 1,16 pp | 1,39 pp | -0,20 | 4,32 pp | MARCELO FREIXO | média |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Quaest | 7 | 1,79 pp | 0,63 pp | 0,65 | 4,83 pp | RODRIGO GARCIA | média |
| Datafolha | 9 | 3,47 pp | 1,30 pp | 0,62 | 6,77 pp | FERNANDO HADDAD | média |
| Ipec | 7 | 4,13 pp | 2,02 pp | 0,51 | 6,80 pp | FERNANDO HADDAD | alta |
| Paraná Pesquisas | 14 | 3,16 pp | 2,59 pp | 0,18 | 6,78 pp | TARCÍSIO | média |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Paraná Pesquisas | 6 | 2,49 pp | 2,67 pp | -0,07 | 3,31 pp | TARCÍSIO | média |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Datafolha | 8 | 3,77 pp | 1,90 pp | 0,50 | 4,91 pp | LULA | alta |
| Quaest | 10 | 1,48 pp | 0,77 pp | 0,48 | 4,61 pp | LULA | média |
| Ipespe | 8 | 1,29 pp | 0,76 pp | 0,41 | 4,45 pp | — | alta |
| Ipec | 7 | 2,35 pp | 3,03 pp | -0,29 | 4,53 pp | LULA | alta |
| Instituto | Pesquisas | Meio da campanha | Reta final | Convergência | Erro final | Inflava | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Quaest | 4 | 1,22 pp | 0,85 pp | 0,30 | 0,82 pp | LULA | média |
| Ipec | 5 | 2,12 pp | 2,20 pp | -0,04 | 2,86 pp | LULA | média |
Auditoria que não muda nada é entretenimento. Duas correções entraram no método por causa das tabelas acima, e as duas atacam o mesmo ponto: para descontar o desvio de um instituto é preciso ter o histórico dele inteiro e válido.
Identidade. Os nomes chegavam quebrados nas fontes: Ipec, Globo/Ipec e a mesma pesquisa com o protocolo do TSE colado ao nome contavam como três institutos. Com o histórico partido em três, nenhum pedaço tinha pesquisas suficientes e a correção nunca disparava.
Validade. O desvio passou a ser calculado só sobre os últimos seis meses. Antes, a conta comparava uma pesquisa de hoje com outra de um ano atrás, de quando o elenco de candidatos era outro. Aquilo não media o jeito do instituto: media a eleição ter mudado.
O quanto isso melhorou o acerto muda a cada pesquisa nova, então não fica congelado aqui: está na Mesa de Análise, em “Nossa taxa de acerto real”, com o candidato em que erramos mais.
Metodologia e dado bruto abertos sob CC BY 4.0. Pesquisas de domínio público; resultados oficiais do TSE.
Juntamos todas as pesquisas registradas no TSE, disputa por disputa. Amostra maior pesa mais, pesquisa mais recente pesa mais. O que sai daí não é um número só: é uma faixa.
Testamos a faixa contra eleições que já aconteceram. Ela é feita para conter o resultado em 8 de cada 10 vezes, e o quanto ela conteve de verdade fica publicado aqui, não num relatório interno.
Uma camada de IA revisa cada disputa antes de publicar. Ela só pode reduzir risco: veta número apoiado em dado fraco ou velho, ou alarga a faixa quando a dúvida é maior que a conta. Mover o número, ela não pode. Quem move é a redação, uma vez só, no caminho até a urna, e o tamanho dessa decisão está aberto logo abaixo.
À parte, um enxame de personas sintéticas simula como uma notícia se espalha e como ela soa para cada perfil de eleitor. É leitura de dinâmica, nunca de números: quem projeta voto é o motor estatístico dos passos acima.
Os quatro passos acima são o resumo. Abaixo, a versão longa, na ordem em que os números são construídos.
“Chance de liderar o 1º turno” não é intenção de voto e não sai de pesquisa nenhuma. Simulamos a eleição milhares de vezes, cada rodada com um desfecho compatível com as pesquisas de hoje e com o erro que elas costumam ter. A chance é a fração das rodadas em que aquilo aconteceu.
Essas chances, e também os cenários de 2º turno, saem da mesma linha central que a redação desloca. É de propósito: o site não publica uma probabilidade calculada sobre um número que ele próprio não afirma.
Decisão editorial · Agosto/2026
A redação desloca a linha central da corrida presidencial no caminho até a urna. Aqui está tudo sobre essa decisão: o tamanho, a evidência, onde a evidência falha, o custo medido e o interruptor.
Escolha da redação, não resultado de teste. Perguntamos duas vezes ao dado se deslocar o centro melhorava a projeção, e nas duas a resposta foi não.
O teste que aprende o desvio num ciclo e aplica no seguinte reprovou em todos os recortes. O modelo que explica a eleição por economia e popularidade registrou SEM_PODER: com poucas eleições para comparar, não há prova nem a favor nem contra. Publicamos assim mesmo, com tamanho declarado, custo medido abaixo e a comparação com e sem ajuste na tabela “Onde as duas linhas terminam”.
Quanto cada candidato se desloca até o dia da votação, em pontos percentuais, e o que sustenta esse número. Quando nada sustenta, a tabela também diz.
| Candidato | Deslocamento | O que sustenta esse número |
|---|---|---|
| Flávio Bolsonaro | +5,02pp | ◆ repetiu nos dois ciclos o desvio se repetiu nos dois ciclos, no mesmo sentido e em tamanho parecido (5,03pp em 2018, 5,02pp em 2022). |
| Lula | -2,19pp | ▲ não se repetiu o desvio apontou para um lado em 2018 (2,63pp) e para o lado contrário em 2022 (2,19pp). Não há padrão a repetir; o detalhe está em “O que o dado NÃO sustenta”. |
Augusto Cury, Renan Santos, Romeu Zema, Ronaldo Caiado recebem deslocamento zero. Ainda assim se mexem na linha final, por aritmética: quando um candidato sobe, os pontos saem de algum lugar, e no fim recompomos tudo para somar 100%.
Como entra: aos poucos, um pouco a cada dia. No corte de hoje o deslocamento vale zero, e ele só chega ao tamanho cheio no dia da votação.
O que não muda: o número de hoje. Como o deslocamento vale zero no dia do corte, o número no topo da página, o dado do corte e a aba Mesa mostram exatamente a mesma coisa com e sem o ajuste. O que se desloca é só o caminho daqui até a urna.
Uma coisa só: o mesmo desvio ter aparecido duas vezes seguidas. Erro que some no ciclo seguinte é acaso. Erro que se repete no mesmo sentido e no mesmo tamanho é candidato a padrão.
A média dos institutos subestimou Jair Bolsonaro em 5,03pp em 2018 e em 5,02pp em 2022. Em palavras simples: nas duas eleições as pesquisas publicaram, em média, um número menor do que o que saiu da urna — mesmo sentido, tamanho quase idêntico, dois ciclos seguidos. É esse desvio repetido, transferido para Flávio Bolsonaro em 2026, que a decisão editorial escolhe não ignorar no caminho até a urna.
A mesma régua corta contra nós, e há deslocamento publicado aqui que ela não aprova.
O deslocamento de Lula não tem a mesma base: o desvio virou do avesso de um ciclo para o outro — as pesquisas subestimaram Fernando Haddad em 2,63pp em 2018 e superestimaram Lula em 2,19pp em 2022. Não há padrão nenhum a repetir aqui: há uma medida apontando para cada lado, e corrigir por 2022 é corrigir na direção oposta à que 2018 indicaria. Escolhemos um dos dois lados, e escolher é a palavra certa.
Custo medido: piora o acerto histórico em 0,31pp.
Este é o argumento mais forte contra o que publicamos, e ele está aqui por isso. O teste aprende o desvio numa eleição passada, aplica na seguinte e compara com a urna. É o mesmo movimento do ajuste, num período em que já se sabe quem ganhou.
Aplicar esta correção teria PIORADO a projeção nos dois ciclos que testamos. No teste principal — aprender o desvio em 2018 e aplicá-lo em 2022 — o erro médio da projeção subiu de 5,53 para 5,84 pontos, ou seja, 0,31pp pior do que não ter corrigido nada. Também tentamos aplicar só uma parte do desvio em vez dele inteiro, varrendo todas as intensidades possíveis: nenhuma reverteu a piora, nem mesmo a mais favorável de todas, escolhida depois de já sabermos qual tinha sido o resultado.
O veredito do teste foi NAO_USAR, que na nomenclatura da casa quer dizer “não use este sinal”. O ajuste vai ao ar mesmo assim, por decisão editorial declarada, não por ter passado em teste nenhum.
O ajuste em números fechados, no dia da votação: o que a projeção publica, o que a média das pesquisas diria sozinha e a distância entre as duas. As duas linhas ficam no gráfico o tempo todo, para você conferir sem precisar acreditar em nós.
| Candidato | Projeção VotIA (com ajuste declarado) | Só pesquisas (sem ajuste) | Diferença |
|---|---|---|---|
| Flávio Bolsonaro | 41,7% | 37,8% | +3,8pp |
| Lula | 40,7% | 44,0% | -3,3pp |
| Augusto Cury | 7,3% | 7,5% | -0,2pp |
| Ronaldo Caiado | 4,2% | 4,3% | -0,1pp |
| Renan Santos | 4,2% | 4,3% | -0,1pp |
| Romeu Zema | 1,9% | 2,0% | -0,1pp |
Ajuste que não pode ser removido não é decisão, é fato consumado. Este tem um interruptor único: uma linha na receita que gera a projeção.
Trocar “ativo” para “false” devolve a produção ao estado anterior, sem sobra: o centro volta a ser o que as pesquisas dizem sozinhas, a linha de comparação sai do gráfico por não haver mais o que comparar e o cenário “e se os institutos errarem como em 2022” volta a ser hipótese, que é o que ele era antes de virar ajuste.